Reforma do gramado do estádio Presidente Vargas é iniciada em Fortaleza

  • 22/07/2021

Prefeitura assinou ordem de serviço na manhã desta quinta-feira (22). Investimento é de cerca de R$ 2 milhões. Estádio abrigou, durante a pandemia, um hospital de campanha montado para atendimento exclusivo a pacientes com Covid-19. Divulgação/Prefeitura de Fortaleza O gramado do estádio Presidente Vargas (PV), no Bairro Benfica, em Fortaleza, começou a ser reformado na manhã desta quinta-feira (22). De acordo com o prefeito Sarto Nogueira (PDT), a ordem de serviço foi assinada e o investimento será de cerca de R$ 2 milhões. As imagens divulgadas pela Prefeitura mostram um trator iniciando as atividades. Conforme o gestor municipal, o gramado do PV passará por serviços de terraplanagem, drenagem e instalação de sistemas de irrigação automatizado. A ideia, segundo Sarto, é que seja incrementado no estádio um novo gramado, com "qualidade superior ao anteriormente utilizado". A meta, de acordo com o prefeito, é que o PV volte a receber treinos e competições oficiais de futebol no primeiro semestre de 2022. PV abrigou hospital de campanha O PV deixou de receber jogos desde o agravamento da pandemia, quando o local foi adaptado para receber um hospital de campanha para paciente com Covid. O hospital de campanha montado no PV, em Fortaleza, foi desativado em setembro de 2020, após dar alta a mais de mil pacientes com Covid-19. A desativação da unidade, que foi um dos primeiros pontos para acolhimento de pacientes com Covid-19 no Ceará, ocorreu após avaliação do cenário epidemiológico da Capital na época. Hospital Emergencial de Campanha do Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. Divulgação A unidade hospitalar foi erguida em 25 dias e inaugurada em 18 de abril, quando recebeu os primeiros pacientes com coronavírus. Segundo a Prefeitura, foram mais de 1,2 mil pacientes infectados recebidos ao longo da pandemia. Desde setembro, o estádio não recebia mais pacientes nem disputa esportiva alguma. Já em março deste ano, o prefeito Sarto Nogueira afirmou que não havia previsão de reativação da unidade. "Na primeira onda, no pico da primeira onda, em abril e maio do ano passado, com o hospital de campanha, que oferecia 224 leitos, Fortaleza conseguiu ampliar para 791 leitos. Nós vamos ampliar, sem o hospital de campanha, 1.006 leitos, então hoje não tem necessidade", disse. Hospital foi alvo operação Em abril deste ano, o Ministério Público do Ceará (MPCE) cumpriu 10 mandados de busca e apreensão contra envolvidos em uma suposta irregularidade na construção da unidade. Os mandados da Operação "Caldeirão" foram cumpridos em Fortaleza e São Paulo, mas não houve divulgação de alvos, pois o processo estava sob segredo de Justiça. Houve quebra de sigilo de 37 pessoas físicas e jurídicas, e o afastamento de quatro servidores públicos da Prefeitura de Fortaleza. Um dos mandados foi na Associação Paulista para Desenvolvimento da Medicina (SPDM), instituição que gerenciou o hospital. Na ocasião, a SPDM afirmou que estava à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos e para colaborar integralmente com as investigações em curso. A Prefeitura também se colocou à disposição para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto:

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2021/07/22/reforma-do-gramado-do-estadio-presidente-vargas-e-iniciada-em-fortaleza.ghtml


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